Boas Práticas
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Entidade: PREFEITURA DE MACIEIRA Município: MACIEIRA UF: SC

Projeto Agente Mirim: Pequenos Agentes, Grandes Mudanças

Chamamento: CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2026 - “MOSTRA DE BOAS PRÁTICAS MUNICIPAIS” Baixar chamamento (PDF)
ODS 3 ODS 4

Resumo

O projeto conscientizou crianças de 3 a 6 anos sobre a prevenção da dengue. A agente de endemias apresentou o tema de forma lúdica, utilizando maquete e cenário educativo para identificar possíveis focos do mosquito. As crianças participaram usando coletes de agente mirim, aprendendo de maneira divertida e interativa. Ao final, receberam certificado de participação pelo envolvimento na ação educativa.

Categoria temática

Saúde

Vídeo de apresentação

Públicos priorizados

Estudantes Cidadãos/Comunidade em geral

Participantes

Coordenador da boa prática
Simone Lazzarotti Gomes
Email do coordenador
[email ocultado]
Telefone do coordenador
[telefone ocultado]
Órgãos da administração direta/indireta envolvidos
Secretaria de Saúde e Educação
Equipe responsável
Taísa Scopel
Nutricionista
Secretaria de Saúde
Salete Catarina Liszkievich
ACS
Secretaria de Saúde
Daiane Locatelli
ACS
Secretaria de Saúde
Ana Claudia Cerry
Secretária de Educação
Secretaria de Educação
Cristiane Turmina
Diretora Escolar
Secretaria de Educação
Suziane Tomazi
ACS
Secretaria de Saúde

Detalhamento

Situação problema, oportunidade ou demanda

O aumento dos casos de dengue e a presença de possíveis focos do mosquito na região demonstraram a necessidade de fortalecer ações preventivas desde a infância. Observou-se a importância de conscientizar crianças pequenas de forma lúdica e participativa, incentivando hábitos de cuidado com o ambiente e o repasse das informações junto às famílias e comunidade, contribuindo para a prevenção da dengue e promoção da saúde coletiva.

Estrutura necessária para implementação

Para a realização do projeto, foram necessários materiais lúdicos e educativos, como maquete, cenários ilustrativos, folders, fantasia e coletes de agente mirim confeccionados na unidade. O espaço adequado para as atividades, apoio da equipe escolar e da saúde, participação de agentes de endemias, ACS e recursos para impressão de certificados.

Objetivos da boa prática

• Conscientizar crianças de 3 a 6 anos sobre a prevenção da dengue de forma lúdica e educativa. • Incentivar hábitos de cuidado com o ambiente, evitando possíveis focos do mosquito. • Desenvolver nas crianças o senso de responsabilidade e cidadania em relação à saúde coletiva. • Fortalecer a integração entre escola, saúde e comunidade por meio de atividades educativas. • Promover o aprendizado interativo, tornando as crianças multiplicadoras das informações de prevenção.

Estratégia de implementação

O projeto foi realizado no ambiente escolar com ações recreativas e educativas conduzidas pela agente de endemias, nutricionista e ACS. Utilizando maquete, cenário ilustrativo, brincadeiras e dança, as crianças aprenderam a identificar possíveis focos do mosquito da dengue e formas de prevenção. As crianças usaram coletes de agente mirim e receberam certificados, incentivando o aprendizado, a participação e a multiplicação das orientações junto às famílias.

Atividades implementadas

Foram desenvolvidas ações educativas de forma lúdica e interativa, incluindo explicações sobre a dengue com apoio de maquete e cenário ilustrativo. As crianças participaram de dinâmicas para identificar situações de risco e possíveis criadouros do mosquito, além de atividades recreativas e conversas orientadas sobre prevenção. Utilizaram coletes de agente mirim durante as atividades, e ao final receberam certificados, reforçando o aprendizado e o papel de multiplicadores.

Início de execução

31/10/2025

Recursos humanos e financeiros envolvidos

O projeto contou com a coordenação de agente de endemias, nutricionista, ACS, apoio da instituição escolar. Os profissionais foram responsáveis pelo planejamento e execução das atividades, orientação das crianças e condução das dinâmicas. Quanto aos recursos financeiros, foram utilizados materiais de baixo custo, impressões, além de itens reutilizáveis para construção da maquete e cenários educativos. O projeto priorizou recursos já disponíveis na secretaria de educação, na UBS e próprio.

Participação social

O projeto contou com a participação enérgica das crianças da educação infantil, que interagiram nas atividades, demonstrando interesse e envolvimento. As famílias foram incentivadas a participar de forma indireta, por meio das crianças, que levaram orientações para casa, fortalecendo a conscientização comunitária sobre a prevenção da dengue.

Resultados

Inovação da prática

A inovação da prática está no uso de metodologias lúdicas e interativas para crianças nesta faixa etária, transformando-as em “agentes mirins” no combate à dengue. O uso de maquetes, cenários educativos, coletes e dinâmicas práticas torna o aprendizado mais objetivo e significativo. A proposta também inova ao envolver a criança como replicadora de informações, fortalecendo a prevenção desde a primeira infância e aproximando saúde, escola e comunidade.

Número aproximado de pessoas impactadas

45 pessoas diretamente e aproximadamente 200 pessoas indiretamente

Benefícios qualitativos aos grupos priorizados

Os principais benefícios qualitativos incluem o aumento da conscientização das crianças sobre a prevenção da dengue, o desenvolvimento de hábitos de cuidado com o ambiente e o fortalecimento do discernimento de responsabilidade desde a primeira infância. O projeto também favorece a autonomia, a participação ativa e o aprendizado expressivo por meio de atividades lúdicas. Além disso, promove a integração entre escola, saúde e famílias, ampliando a disseminação das práticas preventivas na comunidade.

Etapas de implementação e resolução da situação-problema

As etapas iniciaram com o diagnóstico da necessidade de conscientização sobre a dengue na primeira infância. Em seguida, foi realizado o planejamento das ações educativas, definição de materiais e articulação entre escola e agente de endemias. Na execução, ocorreram atividades lúdicas envolvendo as crianças. Na etapa de resolução, observou-se maior compreensão sobre prevenção, mudança de comportamento e engajamento das crianças como multiplicadoras das informações, contribuindo para reduzir riscos de focos do mosquito no ambiente familiar e escolar.

Resultados principais

Os principais resultados incluem o aumento da conscientização das crianças sobre a prevenção da dengue e o reconhecimento de possíveis focos do mosquito no ambiente escolar e domiciliar. Observou-se maior participação, interesse e envolvimento nas atividades lúdicas, além do fortalecimento do aprendizado por meio da vivência prática. As crianças passaram a atuar como multiplicadoras das informações junto às famílias, contribuindo para a disseminação de hábitos preventivos na comunidade.

Engajamento da comunidade e diálogo

O projeto promoveu diálogo entre escola, equipe de saúde e famílias, fortalecendo a conscientização sobre a prevenção da dengue. As crianças atuaram como ponte de comunicação, levando orientações para casa e incentivando mudanças de hábitos no ambiente familiar. O engajamento da comunidade ocorreu de forma indireta, com maior atenção aos cuidados com água parada e limpeza dos espaços, ampliando a participação coletiva na prevenção e controle do mosquito. Além a atividade foi divulgada nas redes sociais do município.

Medição, registro e avaliação

De forma qualitativa, observando a participação, o interesse e a compreensão das crianças durante as atividades. Foram realizadas as atividades no cenário demonstrando o aprendizado sobre a prevenção da dengue. Também foi considerada a interação das crianças com as famílias, identificando a disseminação das orientações. A evolução do entendimento foi percebida pela capacidade de reconhecer e apontar possíveis focos do mosquito. Até então não temos registro de foco e nem casos confirmados.

Desafios de implementação

Não houve desafios que interferiram na implementação da prática.

Fatores de sucesso

o Projeto inclui a utilização de metodologias lúdicas e interativas, que facilitaram a compreensão das crianças sobre a prevenção da dengue, sendo este um fator de sucesso e o envolvimento da agente de endemias e da equipe escolar fortaleceu a execução das atividades. O uso de maquetes, cenários e coletes de agente mirim aumentou o interesse e a participação. Outro fator importante foi a linguagem adequada à faixa etária, que favoreceu o aprendizado significativo e o engajamento das crianças como multiplicadoras.

Aprendizagem obtida

Observou-se que as crianças assimilam melhor os conteúdos quando participam ativamente das atividades. A eficácia de metodologias lúdicas na educação em saúde para a primeira infância, facilitando a compreensão de temas complexos como a prevenção da dengue. A importância da integração entre escola e saúde, e do papel das crianças como multiplicadoras de informações, fortalecendo a conscientização e a prevenção na comunidade.

Legislação envolvida

Lei nº 9.394/1996 (LDB). As diretrizes do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde e políticas de educação em saúde, que incentivam ações intersetoriais entre saúde e educação para prevenção de doenças endêmicas.

Prêmios já recebidos

Não

Mais informações

Simone e Taísa

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