Boas Práticas
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Entidade: Secretaria Municipal de Assistência Social Município: Lebon Régis UF: SC

FLORES DA PROTEÇÃO - MOVIMENTO QUE PROTEGE

Chamamento: CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2026 - “MOSTRA DE BOAS PRÁTICAS MUNICIPAIS” Baixar chamamento (PDF)
ODS 1 ODS 2 ODS 3 ODS 4 ODS 5 ODS 10 ODS 11 ODS 12 ODS 13 ODS 16

Resumo

O projeto “Flores da Proteção – Movimento que Protege” uniu conscientização, sustentabilidade e mobilização social durante a campanha Maio Laranja. Crianças e adolescentes confeccionaram flores de garrafa PET com movimento e forte impacto visual, despertando a atenção da comunidade nos espaços públicos onde foram expostas. O movimento das flores simbolizou o movimento que toda a sociedade precisa realizar pela proteção das crianças e adolescentes, reforçando que o combate ao abuso e à exploração

Categoria temática

Assistência Social, Acessibilidade, Inclusão e Políticas para Mulheres

Vídeo de apresentação

Públicos priorizados

Juventude Pessoas em situação de vulnerabilidade ou risco socioeconômico/territorial Outro: Crianças e adolescentes do SCFV

Participantes

Coordenador da boa prática
Fabiana Maria dos Reis e Debora Auerswad de Morais
Email do coordenador
[email ocultado]
Telefone do coordenador
[telefone ocultado]
Órgãos da administração direta/indireta envolvidos
Crianças e adolescentes participantes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV); Equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho, Renda e Habitação, incluindo profissionais do CRAS, CREAS e SCFV; Órgãos públicos e instituições parceiras que acolheram a ação e disponibilizaram espaços públicos para o “florir” da campanha Maio Laranja; Secretaria Municipal de Educação; Secretaria Municipal de Saúde; Centro Cultural; Secretaria Municipal de Transportes.
Equipe responsável
FABIANA MARIA DOS REIS
ASSISTENTE SOCIAL CRAS E GESTÃO
SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/CRAS
DEBORA AUERSWAL DE MORAIS
PSICOLOGA CRAS
SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/CRAS
ROSEMERI FURTADO DE OLIVEIRA SCHEFFMACHER
COORDENADORA DO CRAS
SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/CRAS
CHAIANE DA SILVA LOURENA
SECRETÁRIA
SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/CRAS
LUCINEIDE PERETTI TERÊNCIO
ORIENTADORA SOCIAL II
SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/CRAS
SAMILY ELOISA FARIAS
ORIENTADORA SOCIAL I
SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/CRAS

Detalhamento

Situação problema, oportunidade ou demanda

A prática foi desenvolvida diante da necessidade de fortalecer a conscientização da comunidade sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes durante o Maio Laranja de forma criativa e com maior engajamento social. A ação também buscou unir sustentabilidade, protagonismo infantojuvenil e mobilização comunitária utilizando materiais recicláveis para ampliar a visibilidade da campanha nos espaços públicos e despertar na população o sentimento de responsabilidade coletiva

Estrutura necessária para implementação

A prática utilizou a estrutura da Secretaria Municipal de Assistência Social, por meio do CREAS, CRAS - SCFV com participação de crianças e adolescentes. Foram utilizados materiais recicláveis, especialmente garrafas PET, além de tintas spray, materiais de artesanato, suportes para fixação das flores e espaços públicos para exposição. Também contou com apoio logístico, transporte, mobilização da rede de proteção e parceria de órgãos públicos do município.

Objetivos da boa prática

Fortalecer a conscientização da comunidade sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, ampliando a visibilidade da campanha Maio Laranja de forma criativa e sustentável. Também teve como objetivo incentivar o protagonismo infantojuvenil, promover a mobilização social pela proteção infantil, estimular práticas de reciclagem e despertar na população o entendimento de que proteger crianças e adolescentes é responsabilidade de todos.

Estratégia de implementação

A prática foi planejada e organizada pela equipe do CRAS e SCFV, que definiu a proposta de unir conscientização e sustentabilidade durante a campanha Maio Laranja. Inicialmente, foi realizada mobilização para arrecadação de materiais recicláveis, especialmente garrafas PET. Após a coleta, crianças e adolescentes participaram da confecção das flores e "plantar" nos espaços públicos, fortalecendo o protagonismo, o trabalho em equipe e a mobilização comunitária

Atividades implementadas

Planejamento da ação pela equipe do CRAS e SCFV; arrecadação de garrafas PET e materiais recicláveis; oficinas para confecção das flores do Maio Laranja; pintura e montagem das estruturas com movimento; mobilização das crianças e adolescentes participantes; "plantar" as flores em espaços públicos; ações de conscientização sobre proteção infantil; envolvimento de parceiros locais e divulgação da campanha Maio Laranja no município.

Início de execução

01/05/2026

Recursos humanos e financeiros envolvidos

A prática teve como protagonistas as crianças e adolescentes do SCFV, acompanhados pelas equipes do CRAS/CREAS durante todas as etapas da ação. Os recursos financeiros utilizados foram mínimos, destinados principalmente à aquisição de tintas spray e materiais de apoio para confecção das flores. Também houve apoio da estrutura pública municipal com disponibilização de transporte e motorista para deslocamento dos participantes durante as ações de conscientização e instalação das flores nos espaços

Participação social

A iniciativa contou com participação ativa das crianças e adolescentes do SCFV, protagonistas na arrecadação de materiais recicláveis, confecção e instalação das flores. Órgãos públicos, escolas e instituições parceiras disponibilizaram espaços para exposição da campanha, fortalecendo a mobilização comunitária. A ação também incentivou a conscientização sobre reciclagem, sustentabilidade e proteção infantil, despertando o envolvimento da comunidade no combate à exploração sexual de crian e adol.

Resultados

Inovação da prática

A inovação da prática esteve na utilização de flores confeccionadas com materiais recicláveis e com movimento, instaladas em espaços públicos para ampliar a visibilidade da campanha Maio Laranja. A ação uniu sustentabilidade, conscientização social e protagonismo infantojuvenil, transformando a reciclagem em instrumento educativo e de mobilização comunitária. O movimento das flores simbolizou a mobilização coletiva necessária para proteção das crianças e adolescente

Número aproximado de pessoas impactadas

11472

Benefícios qualitativos aos grupos priorizados

A iniciativa beneficiou qualitativamente as crianças e adolescentes ao fortalecer o protagonismo, a criatividade, o trabalho em equipe e a conscientização sobre proteção infantil e sustentabilidade. A participação ativa na arrecadação dos recicláveis, confecção e instalação das flores despertou sentimento de pertencimento e responsabilidade social. Para a comunidade, a ação ampliou a visibilidade da campanha Maio Laranja de forma educativa e acessível, incentivando a reflexão coletiva sobre o combate ao abuso e à exploração sexual infantil. O movimento das flores nos espaços públicos chamou atenção da população, estimulando maior engajamento comunitário na proteção das crianças e adolescentes e valorizando práticas sustentáveis através da reutilização de materiais recicláveis.

Etapas de implementação e resolução da situação-problema

A implementação do projeto “Flores da Proteção – Movimento que Protege” ocorreu de forma planejada e participativa, envolvendo equipes da rede socioassistencial, crianças, adolescentes e parceiros da comunidade durante a campanha Maio Laranja. A primeira etapa consistiu no planejamento da ação pelas equipes do CRAS, CREAS e Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), que identificaram a necessidade de fortalecer a conscientização da comunidade sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes de maneira mais visual, criativa e participativa. Também foi definida a proposta de unir sustentabilidade e mobilização social por meio da reutilização de materiais recicláveis. Na segunda etapa, foi realizada a mobilização das crianças e adolescentes participantes do SCFV para arrecadação de garrafas PET e outros materiais recicláveis. Esse momento também serviu para desenvolver orientações sobre preservação ambiental, reciclagem e importância da proteção infantil, fortalecendo o vínculo das crianças com a proposta da campanha. Em seguida, aconteceram as oficinas de confecção das flores, onde as crianças e adolescentes participaram ativamente da pintura, montagem e criação das estruturas. As flores foram desenvolvidas com movimento visual, despertando ainda mais atenção nos espaços públicos onde posteriormente foram instaladas. Durante as oficinas, também foram trabalhados temas relacionados ao Maio Laranja, direitos das crianças e adolescentes, proteção integral e importância da denúncia. A próxima etapa foi a organização logística e instalação das flores nos diversos espaços públicos do município, contando com apoio de órgãos parceiros e da estrutura pública municipal para transporte das crianças e materiais. As flores foram expostas em locais estratégicos, como prédios públicos, espaços comunitários e instituições parceiras, ampliando a visibilidade da campanha. A situação problema foi enfrentada por meio da ampliação da conscientização comunitária sobre a responsabilidade coletiva na proteção das crianças e adolescentes. O movimento das flores despertou a curiosidade e atenção da população, incentivando diálogos sobre o Maio Laranja e fortalecendo o engajamento da comunidade no combate ao abuso e à exploração sexual infantil. Além disso, a prática também solucionou a necessidade de desenvolver ações de conscientização com baixo custo financeiro, utilizando materiais recicláveis e valorizando práticas sustentáveis. A iniciativa conseguiu unir educação, mobilização social, sustentabilidade e protagonismo infantojuvenil em uma ação educativa de grande impacto visual e comunitário. Como resultado, houve fortalecimento do envolvimento das crianças e adolescentes participantes, maior visibilidade da campanha Maio Laranja nos espaços públicos e ampliação do debate comunitário sobre proteção infantil, sustentabilidade e responsabilidade social coletiva.

Resultados principais

Ampliação da visibilidade da campanha Maio Laranja nos espaços públicos do município por meio das flores com movimento e forte impacto visual. Fortalecimento do protagonismo das crianças e adolescentes do SCFV, que participaram ativamente da arrecadação dos recicláveis, confecção e instalação das flores. Maior conscientização da comunidade sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, incentivando a responsabilidade coletiva pela proteção infantil. Incentivo à sustentabilidade e à reciclagem através da reutilização de garrafas PET e materiais recicláveis em uma ação educativa e comunitária. Mobilização e integração entre rede socioassistencial, órgãos públicos e comunidade, fortalecendo o trabalho coletivo em prol da conscientização e proteção das crianças e adolescentes.

Engajamento da comunidade e diálogo

Sim. A comunidade participou da construção da iniciativa principalmente por meio da arrecadação de materiais recicláveis, apoio às ações e disponibilização de espaços públicos para instalação das flores. Órgãos públicos e instituições parceiras colaboraram no desenvolvimento da campanha, fortalecendo a mobilização social. Os resultados foram comunicados à população através das flores expostas em diversos pontos da cidade, ações educativas, registros fotográficos, redes sociais e divulgação institucional, promovendo diálogo sobre sustentabilidade, proteção infantil e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Medição, registro e avaliação

Os resultados foram medidos por meio da participação das crianças e adolescentes nas oficinas e ações comunitárias, da quantidade de flores confeccionadas e instaladas nos espaços públicos e do envolvimento dos órgãos parceiros e da população. A iniciativa também foi registrada através de fotografias, vídeos, redes sociais e acompanhamento das equipes do CRAS, CREAS e SCFV. A avaliação ocorreu pela visibilidade alcançada pela campanha, interação da comunidade com as ações e fortalecimento da conscientização sobre proteção infantil e sustentabilidade no município.

Desafios de implementação

Os principais desafios enfrentados estiveram relacionados ao manuseio dos materiais pelas crianças de 6 a 12 anos durante a confecção das flores, especialmente no corte das garrafas PET e utilização das tintas spray. Por envolver materiais que exigiam cuidado e supervisão, foi necessário acompanhamento constante das equipes do SCFV, CRAS e CREAS para garantir a segurança dos participantes durante as oficinas. A organização da logística e instalação das flores nos espaços públicos também exigiu planejamento e apoio coletivo

Fatores de sucesso

O sucesso da iniciativa é atribuído principalmente ao protagonismo das crianças e adolescentes, que participaram ativamente da arrecadação dos materiais, confecção e "plantar" as flores. O movimento das flores nos espaços públicos despertou a atenção da comunidade e fortaleceu a mensagem de que a proteção infantil é responsabilidade de todos. A união entre conscientização, sustentabilidade, criatividade e mobilização social também contribuiu para ampliar a visibilidade da campanha Maio Laranja de forma educativa, acessível e impactante.

Aprendizagem obtida

A iniciativa proporcionou aprendizado sobre trabalho em equipe, protagonismo infantojuvenil e conscientização social através da sustentabilidade. A prática também fortaleceu a criatividade, a mobilização comunitária e o envolvimento das crianças e adolescentes nas ações do Maio Laranja. A experiência demonstrou que ações simples, educativas e sustentáveis podem gerar grande impacto social, ampliar a conscientização coletiva e fortalecer a proteção das crianças e adolescentes.

Legislação envolvida

A prática foi fundamentada na Lei Federal nº 9.970/2000, que institui o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (18 de Maio), no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei Federal nº 8.069/1990), na Política Nacional de Assistência Social – PNAS (Resolução CNAS nº 145/2004) e nas diretrizes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV (Resolução CNAS nº 109/2009).

Prêmios já recebidos

Não informado

Mais informações

Fabiana Maria dos Reis

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